A ARCA DE NOE
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às segunda-feira, julho 21, 2008UM CERVO DOENTE
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às segunda-feira, julho 21, 2008
Um Cervo doente e incapaz de andar, repousava quieto em um pequeno pedaço de pasto fresco.
E aqueles que se diziam seus companheiros, então vieram em grande número para saber de sua saúde. E cada um deles, servia-se à vontade da escassa grama daquele reduzido pasto, que lá estava para seu próprio sustento.
Assim ele morreu, não da doença da qual padecia, mas por falta de alimento, uma vez que não podia caminhar para ir buscar em outro lugar.
Autor: Esopo
Moral da História:
As más companhias sempre trazem mais infortúnios que alegrias.

O Mede-Palmo Arrependido
Evangelizadora: Salette Aparecida dos Reis Santana.
Era uma vez um mede-palmo que não acreditava em Deus.
Ele vivia num bosque junto com outros bichinhos.
O mede-palmo é um bichinho parecido com uma lagarta que tem esse nome porque quando anda, parece estar medindo distâncias.
Nosso amiguinho mede-palmo se chamava Serafim, e como disse antes, não acreditava em Deus.
Era só algum bichinho dar "graças a Deus" por alguma coisa e ele retrucava:
- "Graças a Deus!" Como podes acreditar em algo que nunca foi visto. Como podes saber se Deus existe!
Um dia, Serafim estava andando em seu passo compassado: "Junta os pés, mede um palmo, estica; junta os pés ..." quando de repente bateu a cabeça nas pernas do Leão Jujuba.
- Cuidado Serafim! Graças a Deus o meu pêlo é macio, pois o contrário, você teria se machucado - disse o leãozinho.
- Lá vem você de novo com essa história de Deus. Deus não existe. Se não me feri, foi por pura sorte! - retrucou Serafim.
- Filho de Deus! Olhe a sua volta.
- Não me chame de filho de Deus, ele não existe.
- Insisto Serafim, olhe a sua volta, observe tudo com atenção - insistiu o leão.
- Não vejo nada demais, apenas a floresta, as flores, algumas nuvens no céu e a capivara bebendo água - disse Serafim.
- Tudo o que vês é obra de Deus. Ele é justo, infinitamente bom. Fez você, eu e tudo a seu redor. - Disse o leão docemente.
- Ah! Tudo isso é balela! Quer saber? Vou-me embora, tenho trabalho para realizar.
E Serafim saiu apressado em seu passo compassado, junta os pés, mede-palmo, estica. Nem deu tempo para Jujuba avisá-lo que o rio estava cheio e agitado por causa da chuva da noite anterior. Agoara o mede-palmo Serafim se aproximava do rio.
De repente, sem perceber como, Serafim caiu no rio e começou a se afogar. Ele se debatia, gritava por socorro, mas como era muito pequeno, ninguém podia ouvi-lo.
Cansado e já sem forças, lembrou-se das palavras do leão e, pela primeira vez em sua vida, orou:
- Deus, me socorra, não quero morrer!
Naquele mesmo instante, um galhinho apareceu a sua frente. Ele se agarrou nele como podia. Boiou por alguns minutos até que Jujuba chegou às margens do rio e retirou com a boca o galhinho onde estava Serafim.
Então Serafim chorando pediu ao leãozinho:
- Jujuba, me ensine a orar. Hoje eu descobri que Deus realmente existe. Estou arrependido e quero pedir perdão a Ele.
- Estou certo que Ele já te perdoou. E quanto a orar, fale com Deus de coração aberto e Ele te escutará.
Serafim orou com todo o seu coração:
- Obrigado meu Deus pela vida que me deste, pelos amigos que conheço e por ser tão bom com um filho imperfeito como eu.
À partir desse dia, Serafim se transformou, ele agora não só crê em Deus, como auxilia a todos no bosque levando aos corações rebeldes o amor de Deus.
Vera Stefanello



















