HISTÓRIA DO AMOR
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às quarta-feira, julho 30, 2008Era uma vez uma ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: A Riqueza, a Alegria, a Tristeza, a Vaidade, a Sabedoria, o Amor e outros. Um dia, avisaram aos moradores que a ilha seria inundada. Apavorado o Amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem, gritando: - Fujam todos, a ilha vai ser inundada!Todos correram e pegaram seus barquinhos, para irem a um morro bem alto. Só o Amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais com sua ilha. A água começou a inundar a ilha subindo cada vez mais. E o Amor olhava e sorria para a água borbulhando, que enchia impietuosamente sua ilha, não percebendo que estava sendo arrastado pela correnteza. Quando começou a se afogar, gritou pedindo ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza. - Dona Riqueza leve-me com você? Ela respondeu: - Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber! Passou, então, a Vaidade e o Amor pediu: - Dona Vaidade, leve-me com você? - Não posso, vai sujar todo o meu barco!Logo atrás vinha a Tristeza. - Dona Tristeza, posso ir com você? - Ah Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha! Passou a Alegria. E o Amor pensou: "tenho certeza de que a Alegria vai me levar consigo" - Dona Alegria! Dona Alegria! Leva-me consigo!? Dona Alegria!?... Mas a Alegria estava tão alegre que nem ouviu o Amor chamar por ela ...Já desesperado, achando que iria ficar só e morrer afogado, o Amor começou a chorar. Então, passou um barquinho onde estava um velhinho de cabelo bem branco. Ele falou: - Entra no meu barquinho Amor, que eu te levo. O Amor ficou tão radiante de felicidade que até esqueceu de perguntar o nome do velhinho. Chegando ao morro alto, onde os outros sentimentos estavam acomodados, o Amor perguntou o nome do velhinho... A Riqueza não sabia, a Vaidade nunca o havia visto, a Tristeza fechada em si mesma e chorando, não respondeu. A Alegria estava tão alegre e eufórica que, como sempre, não escutava o Amor perguntar. Ninguém sabia ...O Amor, então, perguntou à Sabedoria: - Dona Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe aqui? - O Tempo! - respondeu a Sabedoria. - O Tempo? Mas, porque só o tempo me trouxe aqui? - Porque só o Tempo é capaz de entender e salvar um grande Amor!...
PENSE NISSO!
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às quarta-feira, julho 30, 2008ESCULTA MAMÃE E PAPAI
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às quarta-feira, julho 30, 2008
CRIANÇA PRECISA DE LIMITES QUE A PROTEJAM.
DAR LIMITES É...
-Ensinar que os direitos são iguais para todos.
-Ensinar que existem OUTRAS pessoas no mundo.
-Fazer a criança compreender que seus direitos acabam onde começam os direitos dos outros.
-Dizer "sim" sempre que possível e "não" sempre que necessário.
-Só dizer "não" aos filhos quando houver uma razão concreta.
-Mostrar que muitas coisas podem ser feitas e outras não podem ser feitas.
-Fazer a criança ver o mundo com uma conotação social (con-viver) e não apenas psicológica (o meu desejo e o meu prazer são as única coisas que contam).
-Ensinar a tolerar pequenas frustrações no presente para que, no futuro, os problemas da vida possam ser superados com equilíbrio e maturidade (a criança que hoje aprendeu a esperar sua vez de ser servida à mesa amanhã não considerará um insulto pessoal esperar a vez na fila do cinema ou aguardar três ou quatro dias até que o chefe dê um parecer sobre sua promoção).
-Desenvolver a capacidade de adiar satisfação (se não conseguir emprego hoje, continuará a lutar sem desistir ou, caso não tenha desenvolvido esta habilidade, agirá de forma insensata ou desequilibrada, partindo, por exemplo, para a marginalidade, o alcoolismo ou a depressão).
-Evitar que seu filho cresça achando que todos no mundo têm de satisfazer seus mínimos desejos e, se tal não ocorrer (o que é mais provável), não conseguir lidar bem com a menor contrariedade, tornando-se, aí sim, frustrado, amargo ou, pior, desequilibrado emocionalmente.
-Saber discernir entre o que é uma necessidade dos filhos e o que é apenas desejo.
-Compreender que direito à privacidade não significa falta de cuidado, descaso, falta de acompanhamento e supervisão às atividades e atitudes dos filhos, dentro e fora de casa.
-Ensinar que a cada direito corresponde um dever e, principalmente:
Dar exemplo!
Quem quer ter filhos que respeitem a lei e os homens tem de viver seu dia-a-dia dentro desses mesmos princípios, ainda que a sociedade tenha poucos indivíduos que agem dessa forma.
DAR LIMITES NÃO É...
-Bater nos filhos para que eles se comportem.
-Quando se fala em limites, muitas pessoas pensam que significa aprovação para dar palmadinhas, bater ou até espancar.
-Fazer só o que vocês, pai ou mãe, querem ou estão com vontade fazer.
-Ser autoritário, dar ordens sem explicar o porquê, agir de acordo apenas com seu próprio interesse, da forma que lhe aprouver, mesmo que a cada dia sua vontade seja inteiramente oposta à do outro dia, por exemplo.
-Deixar de explicar o porquê das coisas, apenas impondo a "lei do mais forte".
-Gritar com as crianças para ser atendido.
-Deixar de atender às necessidades reais (fome, sede, segurança, afeto, interesse) dos filhos, porque você hoje está cansado.
-Invadir a privacidade a que todo ser humano tem direito.
-Provocar traumas emocionais, humilhações e desrespeito à criança.
-Toda criança tem capacidade de compreender um "não" sem ficar com problemas, desde que, evidentemente, este "não" tenha razão de ser e não seja acompanhado de agressões físicas ou morais.
-O que provoca traumas e problemas emocionais é, em primeiro lugar, a falta de amor e carinho, seguida de injustiça, violência física.
-Bater nos filhos é uma forma comum de violência física, que, em geral, começa com a palmadinha leve no bumbum.
Texto extraído livro Limites Sem Trauma (Construindo Cidadãos), de Tânia Zagury.





















