SOMBRAS NA PAREDE



Em 1859 Henry Bursill publicava o livro Hand Shadows to Be Thrown. O que ele não deveria saber na época é que seus ensinamentos conquistariam gerações e que depois de tantos anos essa divertida brincadeira continuaria fazendo sucesso

Há muitas maneiras diferentes de fazer sombras na parede. Se você quer aprender algumas clique em “saiba mais”.

FLOQUINHOS DE ALGODÃO

FLOQUINHOS DE ALGODÃO

Recados Para Orkut<

Havia uma pequena aldeia onde o dinheiro não entrava. Tudo o que as pessoas compravam, tudo o que era cultivado e produzido por cada um era trocado. A coisa mais importante, a coisa mais valiosa era a amizade. Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos ou utensílios dava seu carinho. O carinho era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes, era normal que as pessoas trocassem floquinhos sem querer nada em troca. As pessoas davam seu carinho, pois sabiam que receberiam outros num outro momento ou outro dia. Certa vez, uma mulher muito má que vivia fora da aldeia convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos. Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse. Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar carinhos e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela. Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco carinho que tinham e toda a harmonia da cidade desapareceu. Surgiram a ganância, a desconfiança, o primeiro roubo, o ódio, a discórdia, as pessoas se xingaram pela primeira vez e passaram a ignorar-se pelas ruas. Como era o mais querido da cidade, o garoto foi o primeiro a sentir-se triste e sozinho. O menino procurou a velha para perguntar-lhe e dizer-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão.
Pegou uma grande carriola , colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu carinho. A todos que dava carinho, apenas dizia: "Obrigado por receber meu carinho". Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último carinho sem receber um só de volta. Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu carinho. Um outro fez o mesmo... mais outro... e outro... até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.

Nunca devemos fazer as coisas pensando em receber em troca. O Amor é gratuito.

Passo-a-Passo para fazer as flores de PET

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Materiais:



- Garrafas PET
- Tampinhas variadas
- Palitos para churrasco
- Fita mimosa
- Verniz Acrílico Brilhante
- Tinta Acrílica verde, branca e preta
- Giz de cera vermelho para as bochechas
- Cola quente

PASSO A PASSO AQUI



A VIDA SEM VIOLÊNCIA



Este é o poder da vida sem violência.

O Doutor Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi e fundador do MK Gandhi Institute, contou a seguinte história sobre a vida sem violência, na forma da habilidade de seus pais, em uma palestra proferida em junho de 2002 na Universidade de Porto Rico.

"Eu tinha 16 anos e vivia com meus pais, na instituição que meu avô havia fundado, e que ficava a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul. Vivíamos no interior, em meio aos canaviais, e não tínhamos vizinhos, por isso minhas irmãs e eu sempre ficávamos entusiasmados com a possibilidade de ir até a cidade para visitar os amigos ou ir ao cinema.

Certo dia meu pai pediu-me que o levasse até a cidade, onde participaria de uma conferência durante o dia todo.

Eu fiquei radiante com esta oportunidade.

Como íamos até a cidade, minha mãe me deu uma lista de coisas que precisava do supermercado e, como passaríamos o dia todo, meu pai me pediu que tratasse de alguns assuntos pendentes, como levar o carro à oficina.

Quando me despedi de meu pai ele me disse:

"Nos vemos aqui, às 17horas, e voltaremos para casa juntos"

Depois de cumprir todas as tarefas, fui até o cinema mais próximo.

Distraí-me tanto com o filme (um filme dup lo de John Wayne) que esqueci da hora. Quando me dei conta eram 17h30. Corri até a oficina, peguei o carro e apressei-me a buscar meu pai.. Eram quase 6 horas.

Ele me perguntou ansioso: " Porque chegou tão tarde?".

Eu me sentia mal pelo ocorrido, e não tive coragem de dizer que estava vendo um filme de John Wayne. Então, lhe disse que o carro não ficara pronto, e que tivera que esperar. O que eu não sabia era que ele já havia telefonado para a oficina.

Ao perceber que eu estava mentindo, disse-me:

"Algo não está certo no modo como o tenho criado, porque você não teve a coragem de me dizer a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado a você. Caminharei as 18 milhas até nossa casa para pensar sobre isso".

Assim, vestido em suas melhores roupas e calçando sapatos elegantes, começou a caminhar para casa pela estrada de terra sem iluminação.

Não pude deixá-lo sozinho...Guiei por 5 horas e meia atrás dele...Vendo meu pai sofrer por causa de uma mentira estúpida que eu havia dito. Decidi ali mesmo que nunca mais mentiria.

Muitas vezes me lembro deste episódio e penso:

" Se ele tivesse me castigado da maneira como nós castigamos nossos filhos, será que teria aprendido a lição?

" Não, não creio. Teria sofrido o castigo e continuaria fazendo o mesmo. Mas esta ação não-violenta foi tão forte que ficou impressa na memória como se fosse ontem".

BEBIDAS


Humm... que delícia! Pra acompanhar o lanchinho, que tal um Milk shake de chocolate?

» Milk shake de chocolate

» Vitamina de banana

» Vitamina de frutas

» Frapê de coco

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