O MACACO E O GOLFINHO
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às quarta-feira, fevereiro 18, 2009Um marinheiro levava consigo um macaco, no navio. O macaco divertia-o e a toda a tripulação. Um golfinho viu o macaco debatendo-se à água e veio em seu socorro: o - O senhor é ateniense? - Sim, sou - respondeu o macaco. - E descendo de uma das mais importantes famílias de Atenas! - Então você conhece o Pireu? ![]()

De repente, o navio viu-se no meio de terrível tempestade: os fortes ventos e as grandes ondas quebraram o navio em pedaços.
O marinheiro, a tripulação e o macaco tiveram de lançar-se ao mar e nadar para não se afogarem.

macaco montou nele e lá se foram até à costa. O golfinho pensava que o macaco era um homem e lhe perguntou:


O macaco não sabia que o Pireu é o famoso porto de Atenas. E respondeu:
- Decerto. Conheço muito bem. É um dos meus melhores amigos.
O golfinho ficou tão zangado que atirou o macaco dentro d'água e afastou-se, nadando.
Moral da história:
"Sempre se descobre a mentira".

TEATRO DE SOMBRAS
4 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às segunda-feira, fevereiro 16, 2009TEATRO DE SOMBRAS
Vamos fazer um Teatro de Sombras, que era tão comum na China Antiga quanto as Tvs são hoje?
Você vai precisar de:
- caixa de papelão
- 1 folha grande de papel ransparente
- cartolina ou papelão
- 1 lanterna
- 1 tesoura sem ponta
- varetas finas de madeira
- cola ou fita adesiva
- pincel
TEATRO DE SOMBRAS
Como fazer: E faça um recorte no formato de uma tela de TV, na frente da caixa. recorte seus personagens em cartolina e cole na vareta com a fita adesiva. Pronto! É só passar pelo buraco com as suas “sombras”, acender a lanterna por trás de tudo para as sombras aparecerem e fazer a sua apresentação! |
e tinta gouache de cor escura
OS ESPELHOS DAS FADAS
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às segunda-feira, fevereiro 16, 2009Os Espelhos das Fadas Celestes No palácio celeste, moram as fadas chinesas. Elas passam os dias tecendo nuvens. São elas que emprestam às nuvens formas de animais, de brinquedos e até de algodão-doce. 
Mas não é divertido para elas. Todos os dias são iguais, lá no céu. Um dia duas fadinhas resolveram:
- Vamos conhecer a Terra? Partiremos em segredo. O Imperador, nosso pai, nunca permitiria essa viagem.
Desceram à Terra e escolheram duas velhinhas para proteger. Com o tempo, seus corpos perderam a transparência e as fadas chinesas passaram a ser confundidas com seres humanos. Conheceram crianças, trabalharam como atrizes e pintoras. Nem se lembravam da antiga vida no céu.
Só depois que as fadas já estavam na Terra havia cem anos foi que o Imperador descobriu a ausência delas. Isso porque no céu o tempo demora a passar. As outras fadas disseram ao pai celeste que suas irmãs tinham desaparecido havia apenas sete dias. Mesmo assim... o Imperador ficou furioso. Quando ele se aborrecia, os céus se turvavam. Cada grito que soltava se transformava imediatamente num raio luminoso. Cada gota de suor que brotava de sua testa se tornava uma horripilante tempestade.
Na Terra... as fadinhas, ao verem as chuvas torrenciais e ouvirem os trovões, lembraram-se da voz do pai.
- É preciso voltar - concluiu a mais velha - se não regressarmos, papai destruirá a Terra; nossos amigos sofrerão, traremos dor e danos àqueles que nos acolheram.
Tristes, as fadinhas se despediram de todas as crianças das quais tinham ficado amigas e subiram para o caminho do céu.
Sabiam que seria difícil retornar à Terra, pois de agora em diante o Imperador as vigiaria eternamente.
- Eu gostaria tanto de voltar a ver a Terra - disse a mais jovem.
- E eu, de oferecer um presente para as crianças... - acrescentou a mais velha.
Foi então que tiveram uma idéia maravilhosa: tiraram os espelhos mágicos das longas mangas de suas vestes, que era onde costumavam guardá-los e os lançaram na Terra. Os espelhos desceram tão rápido que os olhos humanos não foram capazes de vê-los rodopiando no ar. Quando caíram, se transformaram em dois lagos redondos, cintilantes e cristalinos. Suas águas eram doces e límpidas, refletindo perfeitamente as florestas, as colinas e o rosto das crianças.
E hoje sempre que uma criança nada nas águas desses lagos, sabe que recebe a proteção das fadas celestes, que continuam a tecer as brancas nuvens dos céus.
"O Senhor e seu servo"
Um senhor, querendo oferecer aos seus amigos um banquete, chamou seu servo e ordenou-lhe que procurasse os mais nobre dos alimentos.
Uma iguaria que prestigiasse seus convidados.
O servo pensou e trouxe língua.
O rico senhor estranhou e perguntou:
- Por que a língua?
- Porque no sentido moral e figurado, a língua é nobre, é generosa é previdente, caridosa, amiga e criteriosa, disse o servo.
- É verdade, disse o senhor.
Mas querendo oferecer um novo banquete aos seus inimigos chamou novamente o servo e ordenou:
- Traga-me um alimento desprezível e inconveniente, para que eu possa banquetear meus inimigos!
O servo trouxe língua.
- Como?! Novamente língua? - disse o Senhor.
- Sim! - disse o servo.
A língua pode ser nobre e desprezível.
Ela pode fazer o bem, porém fazer também muito mal.
A maledicência, a ingratidão, a mentira, a calunia, etc...
Tudo isso pode ser praticado através da língua.
Por isso o apóstolo Tiago nos diz:
- Todos nós tropeçamos em muitas coisas.
Se alguém não tropeça no falar é perfeito varão, capaz de refrear também todo o seu corpo.
O VENTO E O SOL
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às segunda-feira, fevereiro 16, 2009
O VENTO E O SOL
O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte.
De repente, viram um viajante que vinha caminhando.
- Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante tirar o casaco, será o mais forte. Você começa!- propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem.
O vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se.
O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó.
O amor constrói, a violência arruina





















