Fique em Paz



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Anjo Amigo

História 35

O Amigo Invisível
Tema: Anjo da Guarda ou Espírito Protetor (Jornal Folha Espírita)

Dois bichinhos, um caracol e um grilo, conversavam animadamente sobre o tempo. O grilo dizia que não chovia há muito tempo e que a terra estava tão seca com os arbustos tão tristes, por causa da falta de água.

Nisto ouviram um choro tão alto e sem parar.

_Quem estará chorando assim? Disse o caracol para o grilo.

_Vamos ver o que há.

Saíram da toca, onde moravam em sociedade e perfeita harmonia e qual não foi a surpresa ao avistarem uma menina que chorava sem parar.

O caracol logo perguntou: ei amiga, qual é o galho?

_Buááá......Chorou alto, é o meu irmãozinho, que se afastou de mim e se perdeu....

_Hei... pare com isso... desespero é pior, disse o grilo.

_Será que vocês podem me ajudar?

_Nós não...mas sei quem pode, disse o caracol.

_Vamos fazer uma oração.

_E a oração vai trazer meu irmão?

_Ora a oração não...mas sua vibração positiva, atrairá amigos do espaço, que virão em nosso auxilio.

_Senhor, disse o caracol e o grilo, permiti que sejamos ouvidos....para auxiliar esse irmãozinho que se encontra perdido.

_E eu endosso! Disse a menina.

De repente eis que surge uma luz e o grilo logo viu e sentiu uma grande emoção.

O caracol disse:

_Olá, irmão...

A menina incrédula disse:

_Num to vendo nada.

_Nem poderia...os olhos humanos não captam as imagens fluidificas e chega de papo, mentalize o que você quer.

Disse o caracol ao grilo:

_Observe que ela nem percebeu...que foi auxiliada por nosso amigo espiritual.

Enquanto isso o irmãozinho perdido dizia.

_Gozado....tô tendo a intuição de que devo ir por este lado. Sinto que minha irmã, está por aqui.

E estava mesmo. Os dois irmãozinhos saíram de braços dados pela estrada afora e os dois amigos: o caracol e o grilo ficaram felizes, por praticarem uma boa ação.

FIM

O BOLO





O bolo

Meu irmão e eu chegávamos sempre em casa com muita fome, ao regressar da escola.

Um dia, como eu pedisse de comer, minha mãe pôs-nos diante de meio bolo, na mesa da cozinha.

Colocando uma faca ao lado do bolo, disse:

— Um de vocês vai cortar o bolo, mas o outro vai poder escolher, em primeiro lugar, o seu pedaço.

Meu irmão, querendo fazer-se de esperto, deitou logo mão da faca e ia, evidentemente, cortar o bolo em dois pedaços desiguais.

Mas, de repente, parou. Olhando primeiramente para nossa mãe e, depois, para mim, cortou o bolo exatamente no meio.

E esperou que eu me servisse. Qualquer pedaço que eu escolhesse daria no mesmo: nenhum de nós sairia prejudicado.

E comemos, alegremente, as porções idênticas.

Desde então, fosse o que fosse que houvesse a repartir - pão com manteiga, doces, pastéis, bolos ou balas -, tudo era sempre dividido conscienciosamente em partes iguais.

Isso nos ensinou um respeito, que nunca conheceu arrefecimento, para com os direitos daqueles com quem tínhamos que compartilhar alguma coisa.

FONTE: "E, para o resto da vida..." de Wallace Leal V. Rodrigues

A OUTRA JANELA

História infantil



A outra janela

A menina debruçada na janela, trazia nos olhos grossas lágrimas e o peito oprimido pelo sentimento de dor causado pela morte do seu cão de estimação.

Com pesar, observava atenta o jardineiro a enterrar o corpo do amigo de tantas brincadeiras. A cada pá de terra jogada sobre o animal, sentia como se sua felicidade estivesse sendo soterrada também.

O avô que observava a neta, aproximou-se, envolveu-a num abraço e falou-lhe com serenidade:

— Triste a cena, não é verdade?

A netinha ficou ainda mais triste e as lágrimas rolaram em abundância.

No entanto, o avô, que sinceramente desejava confortá-la, chamou-lhe a atenção para outra realidade. Tomou-a pela mão e a conduziu até uma janela opostamente localizada na ampla sala.

Abriu as cortinas e permitiu que ela visse o imenso jardim florido à sua frente, e lhe perguntou carinhosamente:

— Está vendo aquele pé de rosas amarelas, bem ali à frente?

— Lembra que você me ajudou a plantá-lo? Foi num dia de sol como o de hoje, que nós dois o plantamos. Era apenas um pequeno galho cheio de espinhos, e hoje... veja como está lindo, carregado de flores perfumadas e botões como promessa de novas rosas...

A menina enxugou as lágrimas que ainda teimavam em permanecer em suas faces e abriu um largo sorriso, mostrando as abelhas que pousavam sobre as flores e as borboletas que faziam festa entre uma e outra, das tantas rosas de variados matizes, que enfeitavam o jardim.

O avô, satisfeito por tê-la ajudado a superar o momento de dor, falou-lhe com afeto:

— Veja, minha filha, a vida nos oferece sempre várias janelas. Quando a paisagem de uma delas nos causa tristeza, sem que possamos alterar-lhe o quadro, voltemo-nos para outra, e certamente nos depararemos com uma paisagem diferente.

Mais uma excelente idéia para o teatro de SOMBRAS!

Depois cantar com as crianças a música: Dias melhores pra sempre! dias melhores viram!




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