Vamos Fazer um fantoche de Meia!
13 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às quinta-feira, fevereiro 26, 2009Fantoches com Meias
É preciso:
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| Como fazer: | ||||||||||
| 1 - Escolhe uma meia com a cor ou padrão que aches indicados. |
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| 2 - Recorta, em cartolina: - duas meias-luas encarnadas para a boca; - uma linguinha cor-de-rosa; - uma bolinha ou um triângulo cor-de-rosa para o nariz; - duas bolinhas azuis ou castanhas para os olhos; - duas meias-luas para as orelhas; | 3 - Enfia a mão e experimenta-a, para teres uma ideia das medidas daquilo que vais colar.
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orelhas | | |||||||||
| 4 - Cola todos estes elementos nos locais certos com muito cuidado, para a cola não passar (e colar o que não deve). | 5 - Completa a tua menina colando fios de lã para fazer o cabelo. Cola-os de baixo para cima. Se quiseres, apara-o com a tesoura. Podes também apanhar-lhe o cabelo com um laço, fazer-lhe uma ou duas tranças e pode ter ou não franja. | |||||||||
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Pronto, agora arranja-lhe um amigo para conversarem os dois! | |||||||||
Fantoches com Meias (continuação)
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CRISTO VIVE EM MIM!
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às quarta-feira, fevereiro 25, 2009Fique em Paz
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às quarta-feira, fevereiro 25, 2009Anjo Amigo
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às quarta-feira, fevereiro 25, 2009História 35
O Amigo Invisível
Tema: Anjo da Guarda ou Espírito Protetor (Jornal Folha Espírita)
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| Dois bichinhos, um caracol e um grilo, conversavam animadamente sobre o tempo. O grilo dizia que não chovia há muito tempo e que a terra estava tão seca com os arbustos tão tristes, por causa da falta de água.
Nisto ouviram um choro tão alto e sem parar. |
| _Quem estará chorando assim? Disse o caracol para o grilo. _Vamos ver o que há. Saíram da toca, onde moravam em sociedade e perfeita harmonia e qual não foi a surpresa ao avistarem uma menina que chorava sem parar. | |
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O caracol logo perguntou: ei amiga, qual é o galho? _Buááá......Chorou alto, é o meu irmãozinho, que se afastou de mim e se perdeu.... _Hei... pare com isso... desespero é pior, disse o grilo.
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| _Será que vocês podem me ajudar? _Nós não...mas sei quem pode, disse o caracol. _Vamos fazer uma oração. _E a oração vai trazer meu irmão?
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![]() | _Ora a oração não...mas sua vibração positiva, atrairá amigos do espaço, que virão em nosso auxilio. _Senhor, disse o caracol e o grilo, permiti que sejamos ouvidos....para auxiliar esse irmãozinho que se encontra perdido. |
| _E eu endosso! Disse a menina. De repente eis que surge uma luz e o grilo logo viu e sentiu uma grande emoção. | |
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O caracol disse: _Olá, irmão... A menina incrédula disse: _Num to vendo nada. _Nem poderia...os olhos humanos não captam as imagens fluidificas e chega de papo, mentalize o que você quer.
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| Disse o caracol ao grilo: _Observe que ela nem percebeu...que foi auxiliada por nosso amigo espiritual.
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![]() | Enquanto isso o irmãozinho perdido dizia. _Gozado....tô tendo a intuição de que devo ir por este lado. Sinto que minha irmã, está por aqui.
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| E estava mesmo. Os dois irmãozinhos saíram de braços dados pela estrada afora e os dois amigos: o caracol e o grilo ficaram felizes, por praticarem uma boa ação. FIM |
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O BOLO
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às terça-feira, fevereiro 24, 2009 ![]()
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O bolo
Meu irmão e eu chegávamos sempre em casa com muita fome, ao regressar da escola.
Um dia, como eu pedisse de comer, minha mãe pôs-nos diante de meio bolo, na mesa da cozinha.
Colocando uma faca ao lado do bolo, disse:
— Um de vocês vai cortar o bolo, mas o outro vai poder escolher, em primeiro lugar, o seu pedaço.
Meu irmão, querendo fazer-se de esperto, deitou logo mão da faca e ia, evidentemente, cortar o bolo em dois pedaços desiguais.
Mas, de repente, parou. Olhando primeiramente para nossa mãe e, depois, para mim, cortou o bolo exatamente no meio.
E esperou que eu me servisse. Qualquer pedaço que eu escolhesse daria no mesmo: nenhum de nós sairia prejudicado.
E comemos, alegremente, as porções idênticas.
Desde então, fosse o que fosse que houvesse a repartir - pão com manteiga, doces, pastéis, bolos ou balas -, tudo era sempre dividido conscienciosamente em partes iguais.
Isso nos ensinou um respeito, que nunca conheceu arrefecimento, para com os direitos daqueles com quem tínhamos que compartilhar alguma coisa.
FONTE: "E, para o resto da vida..." de Wallace Leal V. Rodrigues



















































