SEMANA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE.

MOSTRE PARA OS SEUS ALUNOS O CURTA QUE VENCEU
O FESTIVAL DE BERLIM. É DE UMA SENSIBILIDADE INCRÍVEL!
VALE A PENA AMAR E PRESERVAR A NATUREZA.

Reunião com os pais.

Par aos meus amigos evangelizadores e professores.
Uma boa idéia para reunião com os pais.
Li o livro Pais Brilhantes de Augusto Cury e achei lindo este texto.

- Chore com seus filhos e abrace-os. Isso é mais importante do que dar-lhes fortunas ou fazer-lhes montanhas de críticas.
- Não forme heróis, mas seres humanos que conheçam seus limites e sua força.
- Faça de cada lágrima uma oportunidade de crescimento.
- Estimule seu filho a ter metas.
- Lembre-se: conversar é falar sobre o mundo que nos cerca.
- Dialogar é falar sobre o mundo que somos.
- Abraçar, beijar, falar espontaneamente.
- Contar histórias.
- Semear idéias.
- Dizer não sem medo.
- Não ceder a chantagem.
- Para educar é necessário paciência.


Augusto Cury
Eu fiz a introdução com as duas primeiras frases e comentei sobre elas.
Em casa escrevi numa tira de papel as dez frases restantes e coloquei em uma
caixinha. Pedi que eles passassem a caixinha e retirassem uma e comentassem
sobre ela. Esta dinâmica foi muito rica e interessante. Eu adorei!
Não poderia deixar de repassar para vocês.
Beijos no coração!

Romélia.

VAMOS CANTAR!!!!Tumbalacatumba tumbatá

CANTANDO E IMITANDO
O QUE EU DIGO!!!!!!!!!!

Tumbalacatumba tumbatá
Tumbalacatumba tumbatá

Quando o relógio bate à uma
Todas as caveiras saem da tumba
Tumbalacatumba tumbatá
Tumbalacatumba tumbatá

Quando o relógio bate às duas
Todas as caveira correm pra rua
Tumbalacatumba tumbatá
Tumbalacatumba tumbatá

Quando o relógio bate às três
Todas as caveiras imitam um chinês
Tumbalacatumba tumbatá
Tumbalacatumba tumbatá

Quando o relógio bate às quatro
Todas as caveiras imitam um sapo
Tumbalacatumba tumbatá
Tumbalacatumba tumbatá

Quando o relógio bate às cinco
Todas as caveiras tocam o sino
Tumbalacatumba tumbatá
Tumbalacatumba tumbatá

Quando o relógio bate às seis
Todas as caveiras falam francês
Tumbalacatumba tumbatá
Tumbalacatumba tumbatá

Quando o relógio bate às sete
Todas as caveiras mascam chiclete
Tumbalacatumba tumbatá
Tumbalacatumba tumbatá

Quando o relógio bate às oito
Todas as caveiras comem biscoito
Tumbalacatumba tumbatá
Tumbalacatumba tumbatá

Quando o relógio bate às nove
Todas as caveiras se sacodem
Tumbalacatumba tumbatá
Tumbalacatumba tumbatá

Quando o relógio bate às dez
Todas as caveiras batem os pés
Tumbalacatumba tumbatá
Tumbalacatumba tumbatá
[REPETE DO COMEÇO]

Tumbalacatumba tumbatá
Tumbalacatumba tumbatá

WOO SING E O ESPELHO


Woo Sing e o Espelho

Um dia, o pai de Woo Sing chegou em casa com um espelho trazido da cidade grande.

Woo Sing nunca vira um espelho na vida. Dependuraram-no na sala enquanto ele estava brincando lá fora; quando voltou, não compreendeu o que era aquilo, pensando estar na presença de outro menino.

Ficou muito alegre, achando que o menino viera brincar com ele.

Ele falou muito amigavelmente com o desconhecido, mas não teve resposta.

Riu e acenou para o menino no vidro, que fazia a mesma coisa, exatamente da mesma maneira.

Então, Woo Sing pensou: "Vou chegar mais perto. Pode ser que ele não esteja me escutando." Mas quando começou a andar, o outro menino logo o imitou.

Woo Sing estacou e ficou pensando nesse estranho comportamento. E disse para si mesmo:

"Esse menino está zombando de mim; faz tudo o que eu faço!"

E quanto mais pensava, mais zangado ficava. E logo reparou que o menino estava zangado também.

Isso acabou de exasperar Woo Sing! Deu um tapa no menino, mas só conseguiu machucar a mão, e foi chorando até seu pai. Este lhe disse:

- O menino que você viu era a sua própria imagem. Isso deve ensinar você uma importante lição, meu filho. Tente não perder a cabeça com as outras pessoas. Você bateu no menino no vidro e só conseguiu machucar a si mesmo.

"E lembre-se: na vida real, quando você agride sem motivo, o mais magoado é você mesmo."

Extraído de: O Livro das Virtudes II - O Compasso Moral
William J. Bennet - Editora Nova Fronteira

A NUVEM TRISTE




A NUVENZINHA TRISTE
1-Vocês já olharam o céu? Já viram quantas nuvens? Elas são branquinhas como algodão. A sua casa é no céu. Lá moram muitas nuvens. Elas mudam de forma quando o vento sopra. Elas vão se ajuntando e se parecem com pessoas, animais, árvores, estrelas e com muitas coisas mais.
Mas havia uma nuvenzinha muito triste. Ela já estava cansada de ser nuvem. Ela não estava feliz por Deus tê-la criado sendo uma nuvem.

2- Então ela viu uma borboleta colorida voando, voando. E ela pensou:
- Eu poderia ser uma borboleta!
Ela se espichou daqui e dali e...

3- Logo se transformou numa borboleta. Que bom! Agora ela parecia com uma borboleta. Ela podia voar pra lá e pra cá. Mas, a borboleta não podia voar mais alto. E ela então se cansou de ser borboleta.


4- Mais tarde, ela viu um avião a jato voando pelos ares. E ela pensou:
- Eu poderia ser um avião a jato para viajar a muitos lugares!

5- E ela se espichou daqui e dali, transformando-se em um avião a jato. Agora sim ela poderia ser feliz. Afinal, agora ela poderia voar bem alto, conhecer muitos lugares, muitas pessoas. Mas, ela logo se cansou de voar, de ir para longe das outras nuvens. Ela ficava tão sozinha!

6- Então ela viu um balão colorido. Ela ficou impressionada com a altura que ele voava, era tão bonito e voava tão alto! As crianças riam e brincavam com ele, parecendo tão felizes!
A nuvenzinha resolveu então ser um balão.

7- Foi se espichando dali e daqui, até que se transformou num balão. E quando o vento soprava, o balão voava bem alto. Mas ela se cansou de ser balão. As crianças não se alegravam mais com ela!

8- E numa noite, ela viu a lua brilhando no céu. Ela também quis ser lua.

9- Espichou daqui e dali, ela se transformou numa lua bem bonita. Mas, a vida da lua não era muito boa. E, ela, se cansou de ser lua.
A nuvenzinha já estava desanimada por procurar ser tanta coisa e não conseguir ser feliz.
As outras nuvens começaram a conversar com ela, para saber a razão de sua tristeza. Então ela explicou que já havia transformado em tantas coisas e nada havia lhe trazido alegria.

10- Então ela começou a chorar. Suas lágrimas foram caindo, caindo... como gotinhas de água em cima da terra, do campo, das flores e logo o capim foi crescendo e ficando verdinho, as flores foram se abrindo alegrando o jardim.

11- E a nuvenzinha foi ficando alegre e compreendendo como era importante ser uma nuvenzinha. Ela já não queria ser outra coisa. A borboleta, o avião. O balão, a lua, cada um tinha sua função, cada um era importante.
Por isso devemos ser felizes como Deus nos fez. Nós somos importantes também.
A nuvenzinha descobriu como era maravilhoso ser uma nuvem. Deus criou a nuvenzinha para nos dar chuva, que molha a terra, o campo, dando alimento para as pessoas e os animais. Assim através de suas gotinhas ela descobriu que podia alegrar muita gente e se tornou feliz.


Aplicação:
Você criança, não deve fazer como a nuvenzinha. Ficar reclamando de como Deus te criou, querendo ser outras pessoas. Cada um de nós é importante. Mas, se ficarmos reclamando não vamos descobrir o nosso valor. Com certeza você pode dar muita alegria para a sua família, para os amiguinhos, para a igreja e principalmente para Deus.
Retirado do site: www.escoladominical.net/

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