ONDE ESTÁ DEUS?
2 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às sexta-feira, fevereiro 25, 2011Onde está Deus? Pergunta o cientista, O pensador dirá, sensatamente: Mas o poeta dirá, com segurança Contemplo Deus brilhando nas estrelas Eu vejo Deus nas flores e nos prados, Percebo Deus na frase que perdoa, Eu vejo Deus no médico salvando, Eu vejo Deus no gesto de bondade, Eu vejo Deus, enfim, por toda parte, Mas onde sinto Deus com mais beleza, 
Ninguém O viu jamais. Quem Ele é?
Responde às pressas o materialista:
Deus é somente uma invenção da fé!
- Não vejo Deus, mas sinto que Ele existe!
A natureza mostra claramente
Em que o poder do Criador consiste.
De quem afirma porque tem certeza:
- Eu vejo Deus no riso da criança,
No céu, no mar, na luz da natureza!
No olhar das mães fitando os filhos seus,
Nas noites de luar claras e belas,
Que em tudo pulsar o coração de Deus!
Nos astros a rolar pelo infinito,
Escuto Deus na voz dos namorados,
E sinto Deus na lágrima do aflito!
Contemplo Deus na mão que acaricia,
Escuto Deus na criatura boa
E sinto Deus na paz e na alegria!
Pressinto Deus na dor que nos irmana,
Descubro Deus no sábio procurando
Compreender a natureza humana!
Escuto Deus nos cânticos do crente,
Percebo Deus no sol, na liberdade
E vejo Deus na planta e na semente!
Que tudo fala dos poderes seus,
Descubro Deus na expressão da arte,
No amor dos homens também sinto Deus!
Na sua mais sublime vibração,
Não é no coração da natureza,
É dentro do meu próprio coração.
J.F. Alves Filho
(Poeta e escritor)
ORAÇÃO DO AMIGO
1 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às terça-feira, fevereiro 22, 2011FANTOCHE LUVA
1 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às sábado, fevereiro 19, 2011Luva de História do Bom Pastor

ACREDITAR E AGIR
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às sexta-feira, fevereiro 18, 2011ACREDITAR E AGIR Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino. Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro. O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro, agir. Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas, sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante. Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem. Então, o barqueiro disse ao viajante: Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir. Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos, ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade: agir e acreditar. Não basta apenas acreditar, senão o barco ficará rodando em círculos. É preciso também agir, para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa meta. Agir e acreditar. Impulsionar os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais e não esquecer que, por vezes, é preciso remar contra a maré.





















