DIA DAS MÃES.

DIA DAS MÃES - LEMBRANCINHAS

Corte as mangas e a gola de uma camiseta (corte a gola em formato de "U"). Costure a parte de baixo. Use-a como sacola, aproveite e preserve o meio ambiente, deixando de usar sacolinhas plásticas.

Encha um par de luvas, com manta acrílica, depois costure-o nos punhos de uma camiseta de manga comprida. Cole, com cola quente, a parte de baixo da camiseta, fechando-a. Pela gola, coloque manta acrílica até a cmistea se transofrmar em uma almofada bem fofinha, ponha o enchimento em todas as partes. Feche a gola com cola quente, formando uma almofada abraço. Aproveite e pinte com tinta acrílica, corações e mensagens e presenteie sua mãe no Dia da mães.


Idéias retiradas da revista do Professor Sassá. (http://www.professorsassa.com.br/)



Lindas frases para o Dia das Mães

"Uma mãe é uma pessoa que ao ver que só ficam quatro bocados de torta de chocolate tendo cinco pessoas, é a primeira em dizer que nunca lhe gostou o chocolate."


"O amor de mãe é o combustível que lhe permite a um ser humano fazer o impossível." (Marion C. Garretty).
"A mão que move ao berço é a mão que manda no mundo." (W.S. Ross).

"Teus braços sempre se abrem quando preciso um abraço. Teu coração sabe compreender quando preciso uma amiga. Teus olhos sensíveis se endurecem quando preciso uma lição. Tua força e teu amor me dirigiram pela vida e me deram as asas que precisava para voar."

"Somos todas mães adotivas, sejam elas geradoras ou postiças...A verdade é que a mãe biológica dos nossos filhos é a vida." (Paloma Muniz)

"Os filhos são para as mães as âncoras da sua vida." (Sófocles)

"Os homens são o que as mães fazem deles." (Ralph Emerson)

FANTOCHE DE MEIA- RECICLAGEM




FANTOCHES DE MEIA . QUE LINDOS!


PARA REUNIÃO DE PAIS E MESTRES

Camelos também choram

Primavera no deserto de Gobi, sul da Mongólia.

Uma família de pastores nômades assiste ao nascimento de filhotes de camelo.

A rotina é quebrada com o parto difícil de um dos camelinhos albinos.

A mãe, então, o rejeita.

O filho ali, branquinho, mal se sustentando sobre as pernas, querendo mamar e ela fugindo, dando patadas e indo acariciar outro filhote, enquanto o rejeitado geme e segue inutilmente a mãe na seca paisagem.

A família mongol e vizinhos tentam forçar a mãe camela a alimentar o filho. Em vão.

Só há uma solução, diz alguém da família. Mandar chamar o músico.E o milagre começou musicalmente a acontecer.

Dois meninos montam agilmente seus camelos, numa aventura até uma vila próxima,tentando encontrar o músico.

É uma vila pobre, mas já com coisas da modernidade, motos, televisão, e, na escola de música, dentro daquele deserto, jovens tocam instrumentos e dançam, como se a arte brotasse lindamente das pedras.

O professor de música, qual um médico de aldeia chamado para uma emergência, viaja com seu instrumento de arco e cordas para tentar resolver a questão da rejeição materna.

Chega. E ali no descampado, primeiro coloca o instrumento com uma bela fita azul sobre o dorso da mãe camela. A família mongol assiste à cena.

Um vento suave começa a tanger as cordas do instrumento. A natureza por si mesma harpeja sua harmônica sabedoria. A camela percebe. Todos os camelos percebem uma música reordenando suavemente os sentidos.

Erguem a cabeça, aguçam os ouvidos e esperam. A seguir, o músico retoma seu instrumento e começa a tocá-lo. A dona da camela afaga o animal e canta.

E, enquanto cordas e voz soam, a mãe camela começa a acolher o filhote, empurrando-o docemente para suas tetas. E o filhote, antes rejeitado e infeliz, vem e mama, mama, desesperadamente feliz.

Enquanto se alimenta e a música continua, acontece então um fato impressionante.

Lágrimas desbordam umas após outras dos olhos da mãe camela, dando sinais de que a natureza se reencontrou a si mesma, a rejeição foi superada, o afeto reuniu num todo amoroso os apartados elementos.

* * *

Nós, humanos, na plateia, olhamos estarrecidos. Maravilhados. Os mongóis em cena constatam apenas mais um exercício de sua milenar sabedoria.

E nós, que perdemos o contato com o micro e o macrocosmos, ficamos pasmos com nossa ignorância de coisas tão simples e essenciais.

Os antigos falavam da terapêutica musical. Casos de instrumentos que abrandavam a fúria, curavam a surdez, a hipocondria e saravam até a mania de perseguição.

O pensamento místico hindu dizia que a vida se consubstancia no Universo com o primeiro som audível - um ré bemol - e que a palavra só surgiria mais tarde.

E nós, da era da tecnologia, da comunicação instantânea, dos avanços científicos jamais sonhados... E nós? O que sabemos dessas coisas?

Coisas que os camelos já sabem, que os mongóis já vivem. Coisas dos sentimentos, coisas do coração. O que sabemos nós?

Será que sabíamos que os camelos também choram?


Redação do Momento Espírita com base em crônica de Affonso Romano de Sant´anna,

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