Meu herói
Meu herói. Este é o nome de matéria de uma revista de circulação nacional, que apresentou ao público relatos muito valiosos.
Abaixo do título do artigo veio escrito:
Todo mundo tem um ídolo assim: em vez de voar ou soltar raios, seu superpoder é o de repassar valores que moldam nosso caráter e nos acompanham pela vida inteira.
Em seguida, as jornalistas apresentam diversos relatos de pessoas falando sobre seus ídolos especiais – esses heróis que lhes deixaram uma contribuição imensurável para a vida.
Deixaram bons exemplos, bons valores. Deixaram uma referência de conduta que lhes permitiu passar pela vida com maior segurança.
Os relatos são belíssimos, singelos, emocionantes.
Um deles, de uma menina de 18 anos, dizia assim:
Meu avô abandonou a família quando meu pai tinha 5 anos. Tempos depois, apareceu em nossa casa, velho e doente.
Meu pai cuidou dele até a morte. Naquele dia, jurei fazer o mesmo:nunca abandonar esse homem tão generoso: meu pai, meu exemplo, meu herói.
Percebamos a beleza desta breve narrativa. Imaginemos que exemplo esse pai está deixando para as próximas gerações!
Um exemplo de amor, de dedicação, de perdão.
Filhos criados em lares que lhes apresentam estas referências elevadas, honrosas, têm muito mais chance de se tornarem homens e mulheres de bem.
Os pais da nova era precisam ter esta vontade de se tornarem heróis para seus filhos, heróis da dignidade, da honestidade, da fraternidade.
Se os filhos encontram seus ídolos dentro do lar, quem sabe possam ser menos influenciados pelos ídolos do momento, pelos ícones instantâneos dos dias atuais, tão perigosos.
Se é natural que as crianças, que os adolescentes e jovens imitam aquilo que julgam interessante, que esta imitação possa ter, no seio da família, uma fonte inesgotável e de qualidade superior.
Depois da vontade, precisam ter o esforço e a abnegação, pois para ser herói de verdade é preciso se dedicar, planejar as ações. Construir em casa uma fonte de boas referências em tudo.
O exemplo vivenciado entre as paredes de um lar possui uma força inimaginável, na construção do caráter da alma infantil.
Não se exige perfeição dos progenitores, de forma alguma. Aliás: a constatação das falhas, das deficiências também é parte importante da construção de um herói.
Heróis não são seres perfeitos: são seres que buscam a perfeição, dia após dia, batalha após batalha.
Que os pais possam ter em mente este objetivo: de deixarem, a cada dia, ano após ano, um jardim de boas referências a seus filhos.
Tais exemplos terão a força de modificar as próximas gerações, pois se forem fortes o suficiente, se marcarem a vida dos filhos, certamente seguirão na direção de netos, bisnetos, etc.
Que os pais deixem belas histórias, belas lembranças, que serão sempre um grande farol a guiar os filhos nos momentos de dificuldade.
Estes são os heróis dos novos tempos: os homens e mulheres de bem que deixarão o legado dos exemplos inesquecíveis, das lições que jamais se poderá olvidar.
Redação do Momento Espírita com base em matéria de Ana Luísa Vieira e Juliana Dias, da revista Sorria, de abril/maio 2011.
Em 11.08.2011.

O RAIO DE LUZ

O raio de luz

Todas as noites antes de fazer os filhos adormecerem, um pai muito carinhoso conversava com eles, enquanto afagava-lhes os cabelos anelados.

Diariamente escolhia um assunto que encontrava no evangelho, ou em algum acontecimento do cotidiano.

Naquela noite sem luar, quando as nuvens encobriam as estrelas, ele arranjou uma forma diferente de chamar a atenção das crianças.

Colocou-as no sofá da sala e disse-lhes que não se assustassem com a escuridão, porque apagaria todas as luzes da casa, de propósito.

E assim o fez.

Deixou a casa às escuras e sentou-se no meio dos filhos que o aguardavam apreensivos.

Perguntou-lhes o que eles eram capazes de ver em meio àquele breu.

O menininho mais velho comentou que conseguia distinguir os contornos da cadeira que estava a sua frente, mas que não conseguia saber ao certo qual objeto produzia a sombra que se apresentava um pouco mais adiante.

O pai, aproveitando a oportunidade esclareceu: "nossos olhos acostumam-se com a ausência de luz e acabam conseguindo, com algum esforço, distinguir alguns objetos.

Porém, não é possível notar tudo quando a luz nos falta.

Alguns contornos podem enganar nossos sentidos.

Muitos detalhes passam despercebidos.

As cores deixam de ser perceptíveis.

A ausência de luz dificulta nosso caminhar, porque não conseguimos notar com segurança para aonde estamos indo."

Nesse momento, ele acendeu uma vela que trazia consigo.

As crianças exultaram diante da claridade que se fez na sala.

"Vejam!" - convidou o pai -"percebam como tudo parece diferente na presença da luz.

As sombras já não mais nos confundem.

Agora as formas assumem contornos mais exatos.

Como é mais fácil buscar um caminho, quando há luz a mostrar a direção correta."

Encantadas com a singela, porém, inesquecível descoberta, as crianças concordaram com o pai, enquanto o cobriam de carinhos antes de serem levados para a cama.

A maior glória da alma que deseja participar na obra de Deus será transformar-se em luz na estrada de alguém.

Registramos a luz sem nos adentrar em sua grandeza.

O raio de luz penetra a furna escura, levando a réstia de claridade que espanca as trevas.

Adentra o vale sombrio e estimula o florescer.

Atinge a gota d’água e reverte-a em um diamante multicolorido.

Visita o pântano e transforma-o em jardim, em pomar.

Viaja pelo ar, aquece vidas e alimenta-as.

Beija as corolas e desata perfumes inesquecíveis.

Aninha-se no cristal e ele reverbera, embelezando-se ainda mais.

***

Não nos deixemos adoecer pelo amolentamento.

Há tantas possibilidades de darmos utilidade e beleza à vida.

Com o exemplo da luz, o Criador convida-nos a fazer o mesmo.

Desfaçamos as sombras nos corações.

Drenemos os charcos das almas.

Projetemos alegrias fomentadoras de vida naqueles que se encontram combalidos pela tristeza e pelo desalento.

Sejamos também um raio de luz, espraiando brilho e calor, beleza e harmonia, em todos os momentos, iluminando, assim, também, nossos próprios caminhos.

Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita

BANQUINHO



Quer fazer um banquinho em forma de bicho? O professor Sassá ensina.

Você vai precisar de:

Fita adesiva

Folhas de jornal

7 garrafas pet

Caixa de papelão

Tesoura com ponta redonda

Pote para tinta

Cola branca

Elásticos

Um pincel grosso e outro fino

Tinta acrílica decorativa branca, rosa, preta e cor da pele

Como fazer: AQUI


A HISTÓRIA DO BURRO

A História do Burro

Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Depois de muito pensar, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Então chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço. O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês olhou para o fundo do poço e se surpreendeu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.

A vida vai te jogar muita terra nas costas, principalmente, se você já estiver dentro de um poço. Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante!

Ouça o áudio desta mensagem

Este áudio foi gravado automaticamente, com um sintetizador de voz, e destina-se a pessoas com algum tipo de deficiência visual.


A ESCOLA DOS BICHOS

A ESCOLA DOS BICHOS
Rosana Rizzuti

Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.

O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de
vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.

E assim foi feito, incluíram tudo, mas...
cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.

O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar.
Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa,
Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"...
coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não
aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.

O Pássaro voava como nenhum outro, mas o
obrigaram a cavar buracos como uma topeira.
Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.

SABE DE UMA COISA?

Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS.

Não podemos exigir ou forçar para que as
outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.

Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.

RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO.


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