UM ABRAÇO
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às terça-feira, setembro 13, 2011Carinho e muito amor
É saudade e lágrima
Mas também o calor
Abraço é amar
É querer aconchego
É sentir um amigo
Com todo o seu apego
Podemos abraçar
Uma causa uma pessoa
Abraço é abraço
É cingir e cercar
É não sentir espaço
Abraçar uma causa
Que quem luta acredita
E nunca deve desistir
Abraçar uma criança
Transmitir-lhe carinho
É dizer-lhe com os braços
Que nunca estará sozinho
Abraçar um amigo
Com toda a fraternidade
E como dizer estou aqui!
Para a toda a eternidade
Abraçar um amor
Com toda a compreensão
É desatar todos os nós
E fazer um laço de união
Vamos assim abraçar
Uma criança, uma causa
Um amigo e o nosso amor?
Custa tão pouco abraçar...
Acreditem não dá dor!
FANTOCHE BOITATÁ
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às domingo, agosto 28, 2011Fonte: Revista do Professor Sassá.
FELICIDADE
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às domingo, agosto 28, 2011
“Aquela menina de sete anos passeava pelo jardim, quando viu uma borboleta presa nos espinho do cacto. As asas espetadas nos espinhos, impediam a borboleta de voar… e a menina, tomada de compaixão pela borboleta, foi cuidadosamente soltando suas asas… até que a borboleta saiu voando, livre e leve, sob o sorriso encantado da menina. Mas, após um breve vôo, eis que a borboleta pousou no ombro da menina, murmurou no ouvido dela um agradecimento por ter salvo sua vida e disse: faça um pedido e eu lhe concederei! E a menina, na hora, pediu:FANTOCHES DE CAIXA DE FÓSFOROS
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às quarta-feira, agosto 24, 2011LIÇÃO DO RATINHO
0 comentários Postado por Romelia Dolores Menezes de Oliveira às terça-feira, agosto 23, 2011
*Lição do Ratinho.*
*Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa
abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema
para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa
fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas
orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O que? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra
venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao
hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que
uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o
ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para
alimentar todo aquele povo.·
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e
acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma
ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!*

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