FANTASIAS PARA CRIANÇAS

Encontrei essas dicas numa revista e achei muito interessante. São vários modelos de fantasias infantis fazendo reaproveitamento de materiais simples e baratos como potes de iorgute, pratinhos e copos de plástico, caixa de isopor entre outros.

O texto não está em português (acho que é em francês) mas pelos desenhos dá para entender.

Clique nas imagens para ampliá-las.

fantasia 1 de 2 fantasia baiana 2 fantasia sapo 1 fantasia sapo 2 fantasia pinguim 1 fantasia pinguim 2 máscara macaco 1 máscara macaco 2 máscara coruja 1 máscara coruja 2 máscara sapo 1 máscara sapo 2 máscara palhaço 1 máscara palhaço 2

retirado do blog sonho lilpas

A ALCE E OS LOBOS

A água do lago estava tão limpa que parecia um espelho.

Todos os animais que foram beber água viram suas imagens refletidas no lago.

O urso e seu filhote pararam admirados e foram embora.

O alce continuou admirando a sua imagem:

- Mas que bela cabeça eu tenho.

De repente, observando as próprias pernas, ficou desapontado e disse:

Nunca tinha reparado, nas minhas pernas. Como são feias! Elas estragam toda a minha beleza!

Enquanto examinava sua imagem refletida no lago, o alce não percebera a aproximação de um bando de lobos que afugentara todos os seus companheiros.

Quando finalmente se deu conta do perigo, o alce correu assustado para o mato. Mas, enquanto corria, seus chifres se embaraçavam nos galhos, deixando-o quase ao alcance dos lobos.

Por fim o alce conseguiu escapar dos perseguidores, graças às suas pernas, finas e ligeiras.

Ao perceber que já estava a salvo,

o alce exclamou aliviado:

- Que susto! Os meus chifres são lindos, mas quase me fizeram morrer!

Ah, se não fossem as minhas pernas!

"Não devemos valorizar só o que é bonito, sem valorizar o que é útil."

Fábula de La Fontaine

DECORAÇÃO PARA A SALA DE AULA







PARABENS SANDRA MAC!!!!
VOCÊ PODE FAZER AMPLIAR AQUI

Para Refletir com os Pais





Assentado sobre o tronco seco de uma árvore, o velho pescador meditava sobre o seu futuro. Sabia que lhe restava pouco tempo de vida, e todos os esforços para conduzir seu único filho por aqueles que lhe pareciam ser os caminhos corretos tinham sido em vão, pois o interesse dele estava na busca dos prazeres do mundo.

Vendo o tempo passar e, dia após dia, essa situação persistir, certa noite o velho pescador pediu aos céus que lhe fosse indicado o que fazer.

Aconteceu então que, ao clarear o dia, seu filho pediu para com ele ir pescar.

O que insistentemente o velho pescador durante anos procurara parecia agora acontecer como por milagre.

Cheio de contentamento, preparou o barco e saiu com o filho rumo às águas mais profundas. Entretanto, uma repentina tempestade sobreveio, e ventos muito fortes levaram o barco para regiões desconhecidas.

Quando ela cessou, encontraram-se em águas claras e transparentes, e o barco aproximava-se de uma ilha de areias muito brancas. Tomado de gratidão por estarem a salvo, o pescador saltou e em terra firme, de joelhos sobre aquelas finas areias, pediu aos céus que os mandassem de volta à sua casa, pois – no seu entender – lá teriam ainda coisas a cuidar.
Terminada a prece, voltou os olhos para o filho, que permanecera no barco; mas tanto o jovem quanto o barco haviam sido levados pela maré.
Cheio de desânimo, o pescador pôs-se a chorar, sem compreender a razão de tudo aquilo.
Surgiu então à sua frente um grande pássaro que , se transformando em um anjo, lhe disse:
_ Não podeis com a vossa vontade e o vosso desejo traçar os caminhos de outro...

_Cada um, a um mundo pertence.

_Os passos dados confirmam a meta, as escolhas e as trilhas a serem percorridas...

_Vosso filho seguiu para as terras que lhe correspondiam, e vós fostes colocado naquela que vos corresponde...

_ Aqui, tereis frutos para saciar vossa fome e encontrareis aqueles que, convosco, trilharão a mesma senda.

Extraído do Livro: "Viagens por Mundos Sutis"

JESUS NOSSO AMIGUINHO!!!!

JOGO DA MEMÓRIA
JESUS FOI UMA CRIANÇA COMO NÓS, E QUANDO CRESCEU E FICOU ADULTO,
DISSE QUE PARA ENTRAR NOS CÉUS, DEVEMOS SER COMO CRIANÇAS.
http://www.ebdonline.com.br/gravuras/mcjr13

Índios Cherokees

Você conhece a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees?

O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho senta-se sozinho no topo de uma montanha toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado.
Ele pode ouvir toda espécie de barulho.
Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.
Talvez alguns humanos possam ferí-lo.
Os insetos e cobras podem vir picá-lo.
Ele pode estar com frio, fome e sede.
O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente...
Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.


Nós também nunca estamos sozinhos!
Mesmo quando não percebemos, Deus está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'.
Quando os problemas vêm, tudo o que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.

Evite tirar a sua venda antes do amanhecer...


Moral da história:

Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele não esteja conosco.
Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material.


criancas - Recados Para Orkut<



O melhor dos lugares

Conta a tradição persa que uma caravana viajava há dias pelo deserto. Já não havia uma gota de água para aplacar a sede. De repente, os caravaneiros encontraram um poço. Fizeram descer por ele uma vasilha, mas a corda arrebentou.

Com a segunda e a terceira, aconteceu o mesmo. Decidiram, então, que um dos viajantes desceria amarrado a uma corda. Ele também não voltou. Desceu o segundo e este também não voltou. Foi quando um sábio, que viajava com eles, se ofereceu para descer. Assim foi feito.

Ao chegar ao fundo do poço, ele encontrou um monstro horripilante que se achava o guardião do poço. Ele disse ao sábio:

“Agora você também é meu prisioneiro e só terá sua vida poupada se der a resposta certa à minha pergunta.”

“Pois pergunte”, disse o sábio. E o monstro questionou:

“De todos os lugares do mundo, qual é o melhor?”

Diante da pergunta, o sábio pensou que estava cativo e impotente nas mãos do monstro. Se dissesse que o melhor lugar seria a sua própria terra, estaria desprezando a morada do monstro.

Por fim, respondeu:

“O melhor lugar do mundo é aquele onde se tem amigo íntimo, ainda que esse lugar seja o fundo da terra.”

“Bravo!”, exclamou o monstro. “Você é um verdadeiro homem e sua sabedoria salvou a sua vida e de seus amigos.”

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O melhor dos lugares é onde se tem um amigo. Amigo sincero,devotado.

Aquele que, no dizer do Mestre de Nazaré, dá a sua vida pela do seu amigo.


Texto da Redação do Momento Espírita com base em conto persa, de autoria desconhecida.

JOSÉ PAULO PAES

PASSARINHO FOFOQUEIRO

Um passarinho me contou

que a ostra é muito fechada,

que a cobra é muito enrolada,

que a arara é uma cabeça oca,

e que o leão marinho e a foca..

xô , passarinho! chega de fofoca!

MANUEL BANDEIRA

Debussy

Para cá, para lá...
Para cá, para lá...
Um novelozinho de linha...
Para cá, para lá...
Para cá, para lá...
Oscila no ar pela mão de uma criança
(Vem e vai...)
Que delicadamente e quase a adormecer o balança
- Psio...-
Para cá e para lá...
Para cá e...
- O novelozinho caiu.

VERSÍCULOS EM CARTAZES






O que os olhos não vêem

O que os olhos não vêem"Pedras no meu caminho?
Davi se Torna Rei
Havia uma vez um rei
num reino muito distante,
que vivia em seu palácio

com toda a corte reinante.
Reinar pra ele era fácil,
ele gostava bastante.

Mas um dia, coisa estranha!
Como foi que aconteceu?
Com tristeza do seu povo
nosso rei adoeceu.
De uma doença esquisita,
toda gente, muito aflita,
de repente percebeu...

Pessoas grandes e fortes
o rei enxergava bem.
Mas se fossem pequeninas,
e se falassem baixinho,
o rei não via ninguém.

Por isso, seus funcionários
tinham de ser escolhidos
entre os grandes e falantes,
sempre muito bem nutridos.
Que tivessem muita força,
e que fossem bem nascidos.
E assim, quem fosse pequeno,
da voz fraca, mal vestido,
não conseguia ser visto.
E nunca, nunca era ouvido.

O rei não fazia nada
contra tal situação;
pois nem mesmo acreditava
nessa modificação.
E se não via os pequenos
e sua voz não escutava,
por mais que eles reclamassem
o rei nem mesmo notava.

E o pior é que a doença
num instante se espalhou.
Quem vivia junto ao rei
logo a doença pegou.
E os ministros e os soldados,
funcionários e agregados,
toda essa gente cegou.

De uma cegueira terrível,
que até parecia incrível
de um vivente acreditar,
que os mesmos olhos que viam
pessoas grandes e fortes,
as pessoas pequeninas
não podiam enxergar.

E se, no meio do povo,
nascia algum grandalhão,
era logo convidado
para ser o assistente
de algum grande figurão.
Ou senão, pra ter patente
de tenente ou capitão.
E logo que ele chegava,
no palácio se instalava;
e a doença, bem depressa,
no tal grandalhão pegava.

Todas aquelas pessoas,
com quem ele convivia,
que ele tão bem enxergava,
cuja voz tão bem ouvia,
como num encantamento,
ele agora não tomava
o menor conhecimento...

Seria até engraçado
se não fosse muito triste;
como tanta coisa estranha
que por esse mundo existe.

E o povo foi desprezado,
pouco a pouco, lentamente.
Enquanto que próprio rei
vivia muito contente;
pois o que os olhos não vêem,
nosso coração não sente.

E o povo foi percebendo
que estava sendo esquecido;
que trabalhava bastante,
mas que nunca era atendido;
que por mais que se esforçasse
não era reconhecido.

Cada pessoa do povo
foi chegando á convicção,
que eles mesmos é que tinham
que encontrar a solução
pra terminar a tragédia.
Pois quem monta na garupa
não pega nunca na rédea!

Eles então se juntaram,
Discutiram, pelejaram,
E chegaram à conclusão
Que, se a voz de um era fraca,
Juntando as vozes de todos
Mais parecia um trovão.

E se todos, tão pequenos,
Fizessem pernas de pau,
Então ficariam grandes,
E no palácio real
Seriam logo avistados,
Ouviriam os seus brados,
Seria como um sinal.

E todos juntos, unidos,
fazendo muito alarido
seguiram pra capital.
Agora, todos bem altos
nas suas pernas de pau.
Enquanto isso, nosso rei
continuava contente.
Pois o que os olhos não vêem
nosso coração não sente...

Mas de repente, que coisa!
Que ruído tão possante!
Uma voz tão alta assim
só pode ser um gigante!
- Vamos olhar na muralha.
- Ai, São Sinfrônio, me valha
neste momento terrível!
Que coisa tão grande é esta
que parece uma floresta?
Mas que multidão incrível!

E os barões e os cavaleiros,
ministros e camareiros,
damas, valetes e o rei
tremiam como geléia,
daquela grande assembléia,
como eu nunca imaginei!

E os grandões, antes tão fortes,
que pareciam suportes
da própria casa real;
agora tinham xiliques
e cheios de tremeliques
fugiam da capital.

O povo estava espantado
pois nunca tinha pensado
em causar tal confusão,
só queriam ser ouvidos,
ser vistos e recebidos
sem maior complicação.

E agora os nobres fugiam,
apavorados corriam
de medo daquela gente.
E o rei corria na frente,
dizendo que desistia
de seus poderes reais.
Se governar era aquilo
ele não queria mais!

Eu vou parar por aqui
a história a que estou contando.
O que se seguiu depois
cada um vá inventando.
Se apareceu novo rei
ou se o povo está mandando,
na verdade não faz mal.
Que todos naquele reino
guardam muito bem guardadas
as suas pernas de pau.

Pois temem que seu governo
possa cegar de repente.
E eles sabem muito bem
que quando os olhos não vêem
nosso coração não sente.
RUTH ROCHA

Um jardim animado

Ai meu Deus!!! Diga que essas coisinhas fofas não saem correndo do jardim, diga!

Peguei lá na D-Mail, em Portugal... hummmm. Um tikim longe mas, para nós, cabeções que fervilham ideias e mãos cheias de elementos surpresas, é bater o olho e tico-e-teco já armam a mesa redonda para as confabulações.








































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